Quarta-feira, 13 Dezembro, 2017

Ex-assessor afirma ter destruído provas a pedido de Geddel, diz revista

Ainda foram citados outros empreendimentos como o edifício La Vue em Salvador Assessor que trabalhou com irmão de Geddel decide fazer delação
Viriato Gomes | 19 Novembro, 2017, 00:56

"Geddel e Lúcio Vieira Lima tinham uma participação na empresa na qual os irmãos colocavam dinheiro para empreendimentos", consta no termo de depoimento prestado na última terça-feira, 14, ao qual a Agência Estado teve acesso.

Segundo a revista, quando obteve um habeas corpus para deixar o Complexo Penitenciário da Papuda e ficar em prisão domiciliar, em 13 de julho, Geddel convocou Brandão para "uma missão delicada". Brandão chegou a ser preso em setembro após a Polícia Federal encontrar suas digitais no apartamento em que o ex-ministro Geddel Vieira Lima, detido na mesma operação, guardava R$ 51 milhões, em Salvador. Já os advogados do ex-assessor confirmou que Job quer fechar um acordo de delação premiada.

No depoimento, Job disse ainda que a mãe de Geddel, Marluce Vieira Lima, auxiliou na destruição de documentos, que de acordo com ele, foram picotados e jogados em um vaso sanitário.

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Em depoimento à Polícia Federal (PF), o ex-secretário parlamentar da Câmara Job Ribeiro Brandão afirmou que o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) e o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) pediram a ele para destruir provas como anotações, agendas e documentos que poderiam dar pistas sobre envolvimentos dos dois peemedebistas. Dias depois, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) mandou soltá-lo. As informações são da revista Época. Em 2011 passou a ser funcionário de Lúcio Vieira Lima, mas foi exonerado em outubro deste ano.

Job contou que fazia a contagem dos valores quando o dinheiro chegava ao apartamento em Salvador.

Inicialmente, o valor para liberação do ex-chefe era de 100 salários mínimos, contudo, após solicitação da sua defesa, sua fiança foi reduzida pela metade. Ainda segundo o advogado, Job era "um verdadeiro empregado doméstico, refém das circunstâncias e obrigado a devolver a maior parte de seu salário, pago pelos cofres públicos".

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