Domingo, 19 Novembro, 2017

Bispos lamentam utilização da Bíblia no acórdão polémico

Acórdão que desculpa violência com adultério gera indignação Capazes revela mais acórdãos do juiz sobre adultério. "É reincidente"
Georgio Soares | 25 Outubro, 2017, 00:48

Estão marcadas para a próxima sexta-feira duas manifestações, uma no Porto e outra em Lisboa, numa ação de rejeição ao novo acórdão sexista que minimiza a violência doméstica contra uma mulher considerada adúltera e que, segundo a Amnistia Internacional, viola as obrigações internacionais de Portugal.

Em declarações à Agência Ecclesia, o padre Manuel Barbosa diz que existiu um "uso incorrecto ou incompleto" da Bíblia para fundamentar a atenuação da violência doméstica com a prática do adultério: "Neste caso há uso incorrecto ou incompleto [da Bíblia], pois no episódio do encontro de Jesus com a mulher adúltera, ele pede àqueles que não têm pecados para atirarem a primeira pedra".

Manuel Barbosa frisa que "não se pode atenuar ou justificar qualquer tipo de violência " para concluir: "A violência nunca é atenuada nem justificada".

Na altura, o juiz considerou que o murro teve pouca força, porque o nariz ficou apenas "ligeiramente negro de lado" e que a mão da vítima não apresentava "lesões aparentes".

Guarda redes morre após choque com colega de equipa
Huda chegou a levantar a cabeça depois da colisão, mas em seguida levou as mãos à boca e deitou no gramado. Ele foi socorrido pelos médicos no gramado, encaminhado para um hospital, mas não resistiu.

Aposta única de Muzambinho (MG) fatura R$ 3,9 milhões — Mega-Sena
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Concorrente do PayPal, Pagar com Google chega ao Brasil
Já é possível implementar o " Pagar com Google " utilizando um processador de pagamentos, como Adyen, Worldpay e, em breve, Ebanx. O recurso está disponível somente para Android e ainda não tem previsão de chegada para dispositivos iOS.

De acordo com o desembargador, "é manifesto que essa conduta do arguido não tem a gravidade bastante para se poder afirmar que foi aviltada a dignidade pessoal da recorrente [a vítima], mesmo tendo em conta que a assistente estava com o filho (então com nove dias de vida) ao colo", lê-se no acórdão. "Enfim, carece de probidade moral", escreveu o juiz, na decisão judicial, de 15 de junho de 2016. Quando ela se recusou, o homem convidou o ex-marido dela para que juntos a espancassem, usando um instrumento com pregos. O amante foi condenado a um ano de prisão, com pena suspensa, e multa de 3500 euros.

A escolha dos jardins da Cordoaria tem um motivo: foi na Cadeia da Relação que Camilo Castelo Branco e Ana Plácido cumpriram pena, há 157 anos: ele por "ter copulado com mulher casada" e ela "por adultério".

O juiz invoca a Bíblia, o Código Penal de 1886 e até civilizações que punem o adultério com pena de morte, para justificar a violência cometida contra a mulher em causa por parte do marido e do amante. "Na Bíblia, podemos ler que a mulher adúltera deve ser punida com a morte", pode ler-se.

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