Sábado, 18 Novembro, 2017

Primeiro-ministro confirma segunda vítima mortal portuguesa no ataque em Barcelona

JOSEP LAGO Getty Images JOSEP LAGO Getty Images
Palmira Castro | 20 Agosto, 2017, 00:47

Uma mulher de nacionalidade portuguesa, nascida em 1943 e residente em Lisboa, é uma das 13 vítimas mortais do ataque registado na quinta-feira, nas Ramblas, no centro de Barcelona, confirmou à Renascença o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.

O secretário de Estado das Comunidades, que está em Barcelona, acabou de me informar que se confirma o falecimento de uma segunda vítima portuguesa.

A sua avó foi a primeira vítima portuguesa a ser identificada.

O primeiro-ministro lamentou a morte da portuguesa de 74 anos, assegurando que estão a ser desenvolvidos "esforços para poder localizar a familiar da vítima". Avó e neta tinham viajado em turismo para Barcelona onde tinham chegado há pouas horas antes do atentado.

Os pais da jovem ainda não puderam ver o corpo da filha, razão pela qual a secretaria de Estado pede "toda a celeridade processual", quer no apoio à transladação dos corpos quer nos esforços relativos às autópsias.

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O Presidente da República disse ter sido com "profundo pesar" que soube da confirmação da segunda vítima mortal portuguesa no "ignóbil" atentado de Barcelona, Espanha, que ocorreu na quinta-feira, renovando as condolências "à família tão duramente atingida".

Em declarações à RTP, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, quis expressar em nome dos portugueses "a dor e o pesar pela morte de uma concidadã numa tragédia provocada pelo terrorismo".

A SIC Notícias indica que os pais da jovem foram ontem à noite chamados pelas autoridades espanholas para verificarem a identidade de uma das vítimas no Instituto Forense.

Três outras pessoas também envolvidas estão identificadas, mas não foram detidas. Tal como já tinha acontecido em sete ocasiões durante o último ano [ver coluna ao lado], a principal arma utilizada pelos atacantes na Catalunha foi um veículo automóvel, lançado contra quem passeava na rua e com o intuito de atingir o maior número possível de pessoas, num conjunto de ataques que, de acordo com a polícia catalã, faziam parte de um plano terrorista, de índole jihadista, "de maior alcance" e com várias ramificações.

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