Sábado, 18 Novembro, 2017

EUA e Coreia do Sul fazem exercícios militares

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Viriato Gomes | 21 Agosto, 2017, 16:52

No domingo, a Coreia do Norte se manifestou a respeito do exercício militar conjunto que teve início nesta segunda-feira (21), entre EUA e Coreia do Sul. Ele acrescentou que a diminuição dos soldados não foi resultado da tensão da Península Coreana. Ele se realiza todos os anos durante o verão no Hemisfério Norte e tem atraído respostas furiosas da Coreia do Norte, que o classifica como ensaio para uma invasão. Em comparação com a Coreia do Sul, o número dos soldados norte-americanos totaliza 17,5 mil, uma redução de 7500 combatentes, em relação a 2016. Participam também representantes de sete países - Austrália, Canadá, Reino Unido, Nova Zelândia, Holanda, Dinamarca e Colômbia - que integraram o Comando das Nações Unidas durante a Guerra da Coreia (1950-1953).

Além dos treinamentos práticos em campo, estão realizando operações usando sistemas de computação, segundo a mídia sul-coreana.

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Conforme o site Último Segundo , Vicente Cândido havia relatado a extinção dessas funções para desonerar os cofres públicos. O relatório aprovado nesta quarta extingue as figuras de vice-presidente da República , vice-governador e vice-prefeito.

Os dois aliados apresentam essas operações como defensivas, mas, para Pyongyang, trata-se de uma repetição provocadora da invasão de seu território. No ano passado, Pyongyang realizou seu quinto teste nuclear após os exercícios militares sul-coreanos e americanos. Em julho último, o país testou o lançamento de dois mísseis balísticos intercontinentais (ICBM, na sigla em inglês) em ângulo acentuado. Segundo o analista Chun Yung-woo, do centro de estudos Peninsula Future Forum, a Coreia do Norte deve considerar os exercícios militares como mais ameaçadores que a retórica belicosa de Trump. Como reação, o presidente americano, Donald Trump, ameaçou deflagar "fogo e fúria" ao Norte. Eles afirmam ser apenas uma questão de tempo para a Coreia do Norte alcançar seu objetivo de adquirir um míssil nuclear capaz de atingir qualquer ponto dos EUA. O líder norte-coreano, Kim Jong-un, posteriormente recuou, dizem que observaria como Washington vai agir, antes de prosseguir com eventuais planos de lançamento de mísseis.

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