Quinta-feira, 17 Agosto, 2017

Facebook contratará 3 mil pessoas para filtrar conteúdos violentos

Facebook contrata mais 3 mil colaboradores para reverem vídeos violentos Facebook contrata três mil pessoas para rever conteúdos violentos
Viriato Gomes | 07 Mai, 2017, 01:25

O anúncio foi divulgado pelo presidente executivo da empresa - Mark Zuckerberg - através de um blogue. A medida foi divulgada pelo fundador da empresa, Mark Zuckerberg, em sua página. A Facebook Live, função que permite que qualquer usuário faça transmissões ao vivo, foi bastante prejudicada por vídeos de violência desde o seu lançamento em 2016.

O Facebook atualmente precisa contratar pessoas para melhorar o monitoramento de post violentos, mesmo sendo um software automatizado.

O caso mais recente de ato violento na rede foi o de um homem tailandês que transmitiu ao vivo o seu assassinato da filha de onze meses.

Zuckerberg adianta que "na semana passada" houve uma pessoa que anunciou, em directo, no Facebook que se ia suicidar, mas a rede social identificou o vídeo e conseguiu contactar as forças de segurança, evitando que a pessoa em questão se magoasse.

Estes novos funcionários vão monitorizar todo o conteúdo do Facebook e não só os vídeos em directo, esclareceu a empresa.

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Depois da emissão em direto de vídeos de suicídios e homicídios, no Facebook, a rede social prometeu tomar medidas. Em março, a companhia disse ter planejado o uso de sua tecnologia para ajudar a localizar usuários com tendências suicidas e lhes dar assistência.

Sarah Roberts, professora de estudos de informação da Universidade da Califórnia em Los Angeles, acompanha o monitoramento deste tipo de conteúdo e afirma que mesmo a indústria alegando o contrário, ela não acredita em nenhum mecanismo computadorizado que consiga fazer este mesmo trabalho que nos seres humanos, somos capazes.

No entanto, o Facebook ainda depende em grande parte de seus usuários para relatar material problemático.

Esse time já tem 4,5 mil membros, que são responsáveis por analisar vídeos e outras denúncias de conteúdo em desacordo com as políticas do site.

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