Domingo, 19 Novembro, 2017

Polícia mata suspeito em aeroporto de Orly, em Paris

Centenas de pessoas tiveram que ser retiradas de terminal aéreo em Paris- BENOIT TESSIER  REUTERS Centenas de pessoas tiveram que ser retiradas de terminal aéreo em Paris- BENOIT TESSIER REUTERS
Viriato Gomes | 19 Março, 2017, 01:37

Identificado pela polícia, era suspeito de se ter radicalizado. O irmão e o pai foram detidos para interrogatório. Uma hora e meia antes do ataque em Orly, o homem disparou contra agentes durante um controle rodoviário em um subúrbio ao norte da capital e mais tarde roubou um carro para ir ao aeroporto.

Ninguém mais ficou ferido no incidente no aeroporto.

Entretanto a agência de notícias Associated Press revelou que o homem que foi abatido hoje no aeroporto chamava-se Ziyed Bem Belgacem, segundo uma fonte oficial que pediu o anonimato.

Em 2015, chegou a ser investigado por causa da alegada "radicalização islâmica", mas essa suspeita acabou por não ser confirmada.

"Foi um pânico generalizado".

Sofiane Slim, um funcionário da Royal Air Maroc, estava no térreo quando ouviu os disparos.

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Uma operação de desminagem comprovou a ausência de explosivos, anunciou o Ministério do Interior.

O presidente francês, François Hollande, elogiou "a valentia" dos policiais e militares diante de um "indivíduo particularmente perigoso".

Em comunicado divulgado pelo Palácio do Eliseu, Hollande reafirma a "determinação do Estado em atuar sem descanso na luta contra o terrorismo, defender a segurança dos compatriotas e assegurar a proteção do território".

"O nosso Governo está ultrapassado, espantado, paralisado, como um coelho apanhado pelos faróis de um automóvel", reagiu Marine Le Pen, a líder e candidata presidencial da Frente Nacional (FN), a quem as sondagens atribuem a vitória na primeira volta, a 23 de Abril. "A senhora Le Pen opta pela ofensa" diante de um "acontecimento grave", lamentou.

No comunicado é ainda confirmado que a vigilância "será mantida no seu nível mais elevado", para além de ser elogiada a "utilidade" da operação militar Sentinelle, lançada nos locais mais sensíveis em França.

O ataque deste sábado ocorreu um mês e meio após vários militares serem atacados no museu do Louvre.

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